"I can't go any further than this I want you so badly, it's my biggest wish.
"Cool, I spend my time just thinking about you Every single day, yes, I'm really missing you And all those things we use to do Hey girl, what's up? It used to be just me and you.
"Can you meet me halfway, right at the borderline? That's where I'm going to wait, for you. I'll be looking out, night and day -- You took my heart to the limit, and this is where I'll stay. I can't go any further than this I want you so badly, it's my only wish.
"Girl, I travel around the world and even sail the seven seas Across the universe I go to other galaxies. Just tell me where to go, just tell me where you want to meet I navigate myself to take me where you'll be."
"Meet Me Halfway" Black Eyed Peas.
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NA COZINHA
Só para deixar registrado que eu quero fazer um post sobre essa balbúrdia toda que eu estou vendo nos blogs por aí sobre a pizza do caso Renan Calheiros.
Tenho que cozinhar umas idéias ainda... mas já adianto que vai ter gente que não vai gostar nem um pouco do que eu tenho para dizer.
Mas nunca fui politicamente correto mesmo, então foda-se.
Escrito
por Rindu às 15:48
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SO FREE
Estou em São Paulo agora, numa baldeação para o interior. Um fim de semana na Comunidade Canção Nova me aguarda.
É engraçado como andar de metrô, às vezes mesmo com os vagões cheios, me enche de uma sensação de liberdade muito maior do que eu sinto em Brasília, tendo o meu carro para pretensamente me levar a qualquer lugar.
Sou outra pessoa em São Paulo, na verdade. Sou outra pessoa fora de Brasília. Uma pessoa melhor.
Escrito
por Rindu às 15:01
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A MANIVELA
Hoje a internet aqui no Escritório está uma desgraça. Há uns raros dias em que ela até funciona direito, o que deixa a minha personalidade multitask-hiperativa e os meus nervos frágeis mais tranqüilos. Mas no geral acessar a web aqui é um exercício de paciência zen. As páginas não carregam, ou carregam cheias de erros, e leva-se horas para se realizar tarefas simples, como ler e responder um e-mail. MSN então, nem pensar.
Mas o que me irrita mesmo é a cara de elevador que o pessoal do suporte técnico faz em relação a isso tudo. O pau está comendo, Roma está em chamas (e isso até que se aplica literalmente no caso do meu trabalho), e os caras fazem aquela cara de "Ah, é? Então tá, né?..." que me tira do sério. Meus instintos homicidas chegam à raia do incontrolável, juro.
Tudo bem que nem tudo pode ser resolvido por eles, já que velocidade de conexão na rede é algo que envolve muitos fatores diferentes. Mas não custa nada os caras darem alguma satisfação, demonstrarem estar preocupados ou ao menos solidários à agonia de quem quer fazer as coisas e não consegue. Qualquer coisa menos a atitude de "que comam brioches" que adotam, enquanto acessam a conexão super-rápida diretamente do servidor e fingem que não é com eles.
Enquanto isso eu fico aqui fazendo exercícios de respiração para não perder o controle de vez.
Escrito
por Rindu às 11:51
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NÃO VOU RECLAMAR
Está quente, está seco. Brasília causticada pela seca espera pela chuva redentora.
Todo mundo xinga, todo mundo põe sangue pelo nariz, todo mundo se sente prostrado. Todo mundo reclama, menos eu: antes isso do que os escuros, curtos e frios dias de inverno. E a chuva é questão de tempo, então para que se desesperar?
Bebo litros d'água e sigo meus dias feliz.
Escrito
por Rindu às 14:14
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CIDADÃO LACUSTRE-MERIDIONAL
Pois é, neste fim de semana prolongado não tive para onde correr: joguei caminhões de cacarecos inúteis fora, juntei o que sobrou em mais de dez caixas e me desabei para a casa dos meus pais ontem à tarde. E fiquei até quase duas horas da manhã arrumando as coisas, serviço esse que aliás certamente ainda vai se prolongar pelos próximos dias, senão semanas.
Quando eu finalmente vi o meu quarto na Asa Sul vazio, sem vestígios de mim, não me agoniei como pensei que faria. Esse passo, além de inexorável, foi muito bem pensado e ponderado, e não tenho dúvidas de que eu estou fazendo o melhor movimento no tabuleiro da minha vida. Senti coisas semelhantes quando descarreguei a tralha na casa dos meus pais: a certeza de que é temporário, a alegria de ter voltado para os meus e o alívio de, finalmente, não mais estar pisando em terra estrangeira. Pode parecer que não, mas essa mudança me deu uma sensação ainda mais plena de estar no controle da minha vida.
Lógico que virão os perrengues típicos de quem vive em família -- sobretudo na minha família. Mas já entrei em casa ontem me condicionando a fazer dessa uma experiência de paciência, silêncio, abnegação. Os momentos difíceis e críticos são diamantes que Deus deixa pelo caminho da nossa vida, para que possamos com eles montar a coroa da santidade forjada no auto-controle.
Eu mudei nesses três anos. Saí dali Rindu em 2004, e voltei Régis em 2007. Mas um Régis que aprendeu um monte com Rindu.
Escrito
por Rindu às 11:34
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